"Meu 'start' se deu realmente
depois de tanto ser bloqueada e ter material meu apagado sem violar coisa alguma, sendo que há páginas e páginas de maus-tratos animais e violência infantil e sexual e por aí vai, que são diariamente denunciados e nada acontece. Qual o método que usam para discernir não sei. Mas um fã meu respondeu que 'animais mortos não causam inveja'", filosofa.

A ideia de monetizar e segmentar seu público via rede social veio, segundo ela, quando leu reportagens sobre empresas start-up que seguem a tendência, além da história de uma mãe que montou um grupo no Whastapp para falar sobre microcefalia. Para ter acesso exclusivo ao conteúdo, o fã de "Rayska" desembolsa R$ 10 mensais, pagos via depósito bancário. Em geral, a moça manda cerca de 3 fotos e textos por dia -- várias trazem seios à mostra e algumas, a genitália; em outras, a moça aparece na janela ou sofá de casa em poses sensuais."O que começou como uma maneira de me expressar virou meu campo profissional, no qual dedico boa parte do meu dia estudando e escrevendo poesias. Sou modelo desde os 13 anos, porém gostaria de dar um significado a mais nessa profissão que por muitas vezes é vazia e egoísta", conta.

Segundo a modelo, não há regras em seu grupo fechado porque é como uma "irmandade". "Só o respeito para com o próximo já basta. Todos que entram são conscientes de que encontrarão arte, além da sensualidade natural da poesia e que a imagem representa".

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