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quinta-feira, 3 de março de 2016

Roupa de jornalista desaparece durante telejornal

Liberté Chan Roupa
Liberté Changarota do tempo e jornalista do canal KTLA 5, afiliada da rede FOX News no Estado da Califórnia, nos Estados Unidos, passou por uma sai justa durante a previsão do tempo.
O recurso utilizado para mostrar o mapa com a previsão do clima é o chroma key e ele exige que o apresentador use cores específicas de roupas que não conflitem com o verde ou azul, geralmente utilizado nesses casos.
Foi o que Liberté Chan não fez, ela entrou no estúdio virtual, e o vestido dela, que era branco, se confundiu com a cor do chroma key, dando a impressão para o telespectador que ela estava sem roupa, ou melhor, vestindo o mapa.
O âncora do telejornal Chris Borrous reagiu imediatamente ao perceber a falha e foi até o cenário onde estava a moça do tempo para entregar o seu próprio paletó à colega.
“Ainda bem que trouxe outro ‘vestido’. Obrigado por entrar e ajudar”, disse ela na rede social.
Assista:


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Jornalista da Band, Fábio Pannunzio é vítima de assalto e quase leva tiro na cabeça

Fábio Pannunzio

O jornalista Fábio Pannunzio, atualmente repórter e apresentador do Grupo Bandeirantes, foi mais uma vítima da violência em São Paulo. Ele relatou em seu perfil na rede social, o drama que viveu na manhã desta segunda-feira (21), ao pegar um táxi na região oeste da cidade.
Fábio Pannunzio falou sobre o momento de terror que por muito pouco não tirou sua vida com um tiro que passou de raspão em sua cabeça.
Veja o desabafo do jornalista:
Fábio Pannunzio assaltoFábio Pannunzio tiro
Fábio Pannunzio tem 54 anos e mais de 30 anos de carreira no jornalismo, um dos mais respeitados repórteres da televisão, vencedor de diversos prêmios, entre eles o Esso em 2012, ele atualmente, além de atuar na reportagem, apresenta eventualmente o Jornal da Band, o Jornal da Noite e comanda o Canal Livre.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Jornalista Paulo Henrique Amorim é condenado a prisão

A batalha judicial entre Ali Kamel, diretor geral de jornalismo e esportes da TV Globo e Paulo Henrique Amorim, jornalista da Rede Record, tem mais um capítulo, dessa vez com vitória para o executivo global. A 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), em decisão de segunda instância, depois de o jornalista da Record ser absolvido, considerou que o profissional cometeu crimes de injúria e difamação contra o colega em posts do blog Conversa Afiada. Em acórdão divulgado nesta semana, a condenação foi de 5 meses e 10 dias de detenção.
“O dolo, embora negado por Paulo Henrique Amorim, salta nítido nos autos, ficando clara a intenção em macular a honra de Ali Kamel”, declara o relator do caso Edison Brandão.
Segundo o site Comunique-se, o juiz analisou trechos de dois textos publicados pelo blogueiro em 2011 e 2012, em que chegou a afirmar que Não Somos Racistas, livro escrito por Kamel, era “pregação, do alto do púlpito global, que engrossa as fileiras racistas dos que bloqueiam a integração e a ascensão dos negros”.
Brandão chegou a criticar o posicionamento de Paulo Henrique Amorim“Inaceitável a alegação defensiva de que tudo não passou de mera crítica, mantida no campo de ideias e, portanto, sob o pálio da liberdade de manifestação de pensamento”, registrou no acórdão. De acordo com o relator, o funcionário da Record teria todos os meios para“exercer seu direito à crítica sem emprego de palavras demeritórias e pejorativas”, mas preferiu ter especial intenção de ofender”.
Paulo Henrique Amorim ainda pode recorrer da decisão, que não é a primeira envolvendo os dois profissionais no Poder Judiciário. A disputa entre eles já chegou, inclusive, a ser apreciada pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. Em abril de 2014, o STF definiu que o apresentador e blogueiro deveria pagar R$ 60 mil de indenização por danos morais ao executivo global – no caso, a condenação também foi por causa de textos publicados no Conversa Afiada, com o autor tentando associar o diretor ao racismo.
Em outro processo, Kamel também venceu o funcionário da Record. Por afirmar que o colega de profissão era “um dos esteios mais sólidos do pensamento racista brasileiro”,conforme conteúdo publicado no jornal Unidade, Paulo Henrique Amorim foi condenado pela 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro a pagar R$ 20 mil. “Ser independente em suas opiniões não se confunde à injúria, à difamação ou ao destempero verbal”, afirmou, na ocasião, a juíza Lindalva Soares Silva.
Essa não é a primeira derrota de Paulo Henrique Amorim para Ali Kamel. Também não é a primeira vez que ele é condenado a prisão. Em julho de 2013, em ação judicial contra outro profissional da Rede Globo, o comentarista político Heraldo Pereira, o editor do Conversa Afiada foi condenado a 1 anos e oito meses de reclusão por “injúria difamatória”. O motivo? Afirmou que o funcionário da emissora concorrente era “negro de alma branca”que não tinha revelado “nenhum atributo para fazer tanto sucesso”.
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